Tudo começou (“há um tempo atrás, na ilha do soooool…“)
Desculpe, eu não resisto.
Tudo começou na madrugada do dia 11 para o dia 12 de outubro de 2011, no feriado nacional de Dia das Crianças. O crianção semi-adulto, estudante universitário de Comunicação Social e (até então) desempregado Gustavo Araújo estava entediado, como em 99% de suas madrugadas e afim de comemorar o seu dia. Cercado por influências como tabloides, blogs de humor e podcasts, eis que nasce (como o chorume que sai de uma sacola de lixo) a ideia: “vou criar um blog-sátira aos jornais sensacionalistas e aprontar altas confusões“!
Duas semanas depois de ter começado o blog, tomei um belo esporro da minha ex-professora de faculdade. Entre gritos histéricos, ela me perguntou “você acha que isso é jornalismo?“. Ela tem razão, isso não é jornalismo. É o jornalismo do futuro, uma revolução cultural, o próximo passo da humanidade!
Tô zuaaaaaando… (soco no ombro)
Isso é a síntese do que é o Quinze. Um jornalismo joia, batuta, moleque, “mexeu com você, mexeu comigo“, como há tempos não se via. Mentira, se você for na banca mais próxima você vê algo bem parecido, em alguns casos até melhor. Mas cola ni mim, que pelo menos é grátis.



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Todo o conteúdo deste blog é fantasioso.
